segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

As Crônicas de Gelo e Fogo - A Guerra dos Tronos - Livro I

Minha nova paixão: As Crônicas de Gelo e Fogo - George R. R. Martin.


Prá começar, vou publicar uma sinopse do livro e depois que terminar a leitura, volto prá fazer meus comentários.


"Aclamado por muitos como o novo Tolkien, George R. R. Martin é o responsável pela maior obra de fantasia desde o Senhor Dos Anéis, a série As Crônicas de Fogo e Gelo. Apesar de muito comparado a Tolkien, vale ressaltar que existem muitas diferenças entre os dois escritores. A narrativa de ambos é excelente, e rica em detalhes, com cenários magníficos e com personagens carismáticos e verossímeis, porém enquanto a literatura de Tolkien é mais versada para aventura, exploração e fantasia – cheia de masmorras, cidades perdidas e monstros – a de Martin é mais politizada, cheia de tramas e jogos de poder, enquanto a fantasia é – pelo menos no primeiro livro – só um mito, uma coisa que não pertence mais ao mundo atual e a muito desapareceu – mas ainda sim existe, oculta, esperando para aflorar, como o nascimento dos dragões que aparecem no final do primeiro livro. A Guerra dos Tronos o primeiro livro da série, conta a história de Eddard Stark, senhor de Winterfell, que é “convidado” pelo seu rei e amigo Robert Baratheon para ocupar o cargo de “Mão do Rei”, sem muitas opções, Eddard deixa o frio do norte, e ruma em direção ao sul. O que ele não sabe é que a antiga “Mão do Rei” Jon Arryn, não morreu de causas naturais, mas foi na verdade assassinado numa conspiração que visa conquistar o trono, os conspiradores? Os Lannister. Agora perdido em meio a uma terrível conspiração, e com um rei tão cabeça dura e orgulhoso como Robert, Eddard está praticamente sozinho contra os Lannister que ocupam quase todos os cargos de poder do reino, numa batalha desleal entre Lobos e Leões, e quando se joga o jogo dos tronos, ganha-se ou morre."


Por: http://gargalhandopordentro.blogspot.com/2011/02/lancamento-guerra-dos-tronos.html

Oscar 2011!!



Nesse 2011, consegui acompanhar o Oscar até o final (eu sempre dormia...rsrsrs).

Mas, mesmo diante dos vencedores principais, que achei justo, eu ainda tive alguns 
problemas com a premiação desse ano e com a festa.


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Malhação!







Não, não é nada relacionado àquela novelinha - insuportável - do final da tarde. Eu me refiro neste post ao exercício físico. Sim, eu faço academia e AMO!



quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Livro - Indicação

Oi povo!!!


Sumi eu sei, nem sempre dá para conciliar todos os aplicativos da net e a vida real.


Mas, venho aqui hoje para indicar uma leitura muito boa: "O Dia do Curinga", de Jostein Gaarder.



Mesmo autor de "O Mundo de Sofia". Ele foi escrito antes do maior sucesso do autor e é uma ótima leitura! Tem um quê de Alice no País das Maravilhas e requer atenção medida, pois são várias histórias dentro de outras histórias. Mas é gostoso demais!!


Bjos!!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O poder dos sentimentos


01/09/2010 20h34 -  Sérgio Rizzo, especial para o Yahoo! Brasil
Histórias de amor são matéria-prima para o cinema desde 
os seus primórdios e espalham-se de maneira eficaz 
por diversos gêneros, como o policial 
("Laura"e "Chinatown", entre inúmeros exemplos), a ficção científica 
(pense em "Blade Runner" e "Solaris") e o filme de aventuras 
(como "Uma Aventura na África" e a série Indiana Jones).


terça-feira, 15 de junho de 2010

Os Valores em Harry Potter





Coluna do Ish, escrita por Breno Alvarenga: 

O mundo mágico de Harry Potter, criado por J.K Rowling, se assemelha ao nosso mundo trouxa de tal maneira que, sem a bruxaria na série, teríamos um belo retrato da nossa sociedade. É possível reconhecer, tanto nos livros quanto à nossa volta, órgãos públicos corruptos e ineficientes, censura nos meios de comunicação, a comodidade da sociedade diante dos seus problemas, a repressão, pessoas más infiltradas nas diversas camadas da população e o sonho de um mundo melhor. O que nos falta é lutar por um viver mais digno.

Se, nos livros, Harry Potter foi o escolhido para fazer isso, devemos nos portar em nosso mundo como os escolhidos, sendo que a profecia reveladora de tal incumbência seja a nossa índole. J.K nos deu pistas de como lutar pelos nossos direitos como cidadãos durante toda a série e, para isso, nos mostrou a importância dos valores em nossa vida, valores estes que nos permitem reconhecer a nós para nós mesmos e como seres dentro de uma sociedade. A seguir, analisarei três dos valores que acredito terem sido essenciais durante a jornada de Harry Potter: a família, o bem e o amor. 


A família:

Harry Potter deve sua vida à sua família duas vezes: primeiro, por ter sido concebido pelos seus pais e, segundo, ao ser salvo da morte devido ao amor de sua mãe. Sem o elemento família, a história do menino que sobreviveu pararia antes mesmo deste ser chamado assim.

A família traz consigo um belíssimo e inexplicável sentimento: o de amar alguém que quando em outra situação não teríamos a disposição de conhecer. Quantas vezes ouvimos “meu irmão não tem nada a ver comigo, mas eu o amo”? Essa convivência quase que obrigatória nos leva o observar, compreender, acompanhar e admirar a jornada dos familiares, enquanto nos outros nos contentamos em julgá-los como dignos de nos acompanhar pela vida em um encontro ou dois. É na família que encontramos a segurança de estar de volta, o alívio de ter apoio quando a única companhia é a solidão e a certeza de ser amado independente de suas fases e humores. Pelo menos é este o estereótipo de família.

Na série, encontramos um inesquecível exemplo deste estereotipo familiar: Os Weasleys. A união desta família é tão grande que nos dá a impressão de que é esta a única forte e duradoura relação que conseguem manter. Os Weasleys são incapazes de fazer amigos. Têm a necessidade de incorporar todos de sua convivência em sua família. Tonks, Sirius, Lupin, Hermione, Harry e diversos outros personagens foram, ao longo dos livros, fazendo parte da grande família Weasley. Foi na Toca que todos encontraram refúgio, amor, atenção e uma bela refeição. Harry, órfão, só tivera como um exemplo familiar os Dursley, onde era tratado como um indesejável. Sua necessidade de ter uma família foi, em grande parte, suprida pelos Weasleys, que o acompanharam durante sua jornada como o escolhido. 


O Bem:

Aristóteles dizia que os homens bons têm a necessidade de agir virtuosamente, desejando ao outro, seu amigo, aquilo que deseja a si mesmo. Estas ações virtuosas despertam nos demais, segundo Aristóteles, a vontade de agir da mesma forma, se tornando também, com o tempo, um homem bom. A ideia de Bem, portanto, se torna mais concreta quando há uma união de forças.

Durante toda a série há essa ideologia mostrada. A jornada de Harry no último livro não teria sido, provavelmente, tão satisfatória sem a companhia de Rony e Hermione. A Ordem da Fênix e a Armada Dumbledore são ainda exemplos da união de forças em prol de um bem maior. Esta ideia é bem representada no filme “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, quando, aos poucos, as luzes das varinhas vão se direcionando ao céu contra a Marca Negra, que é logo destruída. Na batalha de Hogwarts, em “Relíquias da Morte”, a união do bem atinge sua maior intensidade e esperar que a série tivesse um outro final seria esperar que J.K traísse os valores que ela mesma deixou claro acreditar durante toda a obra.

É sabido que quanto mais se pratica o bem, melhor se torna a pessoa. Esta, portanto, melhor para os demais, se torna melhor consigo mesma. A luta pelo bem é incessante, mas nunca em vão. Quem luta pelo bem, luta pelo crescimento da alma, enquanto quem luta pelo mal, só satisfeito estará quando atingido o objetivo final. A diferença está na trajetória: enquanto o primeiro tem todo o aprendizado nela, o segundo a tem como um obstáculo obrigatório. No entanto, o bem é filho de outro valor: 


O Amor:

É clichê e pedante dizer que o amor é o pai dos sentimentos, mas é uma verdade. O elemento família se constitui e mais forte se torna com o amor entre os envolvidos. Ser e praticar o bem é amar o outro e a si mesmo. O senso de justiça vem do amor ao espaço e aos bons convívios a nossa volta. A felicidade é o resultado de amar a própria jornada, estando satisfeito com esta. Enfim, amar é abrir os olhos todos os dias, uma vez que o maior amor que pode existir é amar a sua existência e, portanto, a sua capacidade de ter amor por tudo mais.

A jornada de Harry Potter se inicia com amor de seus pais, se reinicia com o amor de sua mãe e se constrói com mais amor. Amor pelos amigos, ao acreditar que podem ter uma vida melhor e mais justa. Amor pelo espaço à sua volta, uma vez que luta por deixar transparecer sua melhor faceta. Amor por si mesmo, ao querer despertar em si cada vez mais o bem e se dar o direito de viver plenamente e em segurança.

Para os olhos de muito, Harry Potter não é literatura e é algo fútil e longe da realidade. Olhos cegos de preconceito, penso eu. Mas estes comentários passam despercebidos por mim. Só eu tenho o imenso prazer de reconhecer o crescimento que a série me proporcionou, com seus valores e ensinamentos. Calo-me ao ouvir isto, porque tenho a alegria de saber que tenho olhos cegos de mágica. Mais alegre ainda de reconhecer que essa mágica está dentro de mim e no mundo que enxergo com meus novos olhos. Posso petrificar lembranças, estuporar sentimentos ruins e explorar minha essência com um bom lumus máxima. 



Fonte: http://arquivo.potterish.com/2010/06/os-valores-em-harry-potter/

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Recomendo!

Recomendo o filme: Loucas por Amor, Viciadas em Dinheiro. Assisti nesse fds e ADOREI!!


Elenco: Diane Keaton, Ted Danson, Queen Latifah, Katie Holmes, Stephen Root, Adam Rothenberg


Sinopse: Bridget Cardigan (Diane Keaton) é uma dona-de-casa que vê sua rotina luxuosa ir pelo ralo quando seu marido Don (Ted Danson) é demitido. Ela chega ao cúmulo de arrumar um emprego de faxineira na sede do Tesouro Nacional, onde milhares de cédulas velhas são destruídas diariamente para dar lugar a dólares novos. Como Bridget não nasceu para ser faxineira, ela consegue convencer uma mãe de família (Queen Latifah) e uma jovem avoada (Katie Holmes) a roubar a lata de lixo milionária do Fed.
Recheado de peripécias e truques que se consideram falidos, as três aliciam seus companheiros, dando um golpe milionário no Tesouro. Mas algo pode ter saído do controle, já que o banco é considerado de segurança máxima, o que soa muito suspeito quando a vida das três começa a mudar.