terça-feira, 18 de maio de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Notícias
Googleando você encontrará dados extremos nesses mais de 7 milhões de hits. De músicas do Engenheiros do Havaí, sites religiosos e de auto ajuda, niilistas, seminários, música do Geraldo Vandré, manifestos e o que imaginar. Porém eu também já 'me peguei' várias vezes fazendo essa pergunta. Sabe quando? Foram momentos em que tive que escolher entre servir e/ou ajudar alguém investindo recursos, dinheiro e tempo. São ferramentas escassas e preciosas para mim, para você. Quanto vale uma vida?
Pra mim ao longo desses 30 anos de ministério vale muito. Você pode conhecer minha trajetória pessoal lendo meu blog O Tapeceiro. Por vezes tem valido mais que a minha própria vida e confesso que já passei e passo por muitos apertos. Porém essa visão de mundo onde se deve pagar o preço financeiro e pessoal para amar e servir também é válida para você? Sim, sem dúvida.
Se você pregaragindo pessoas serão abençoadas e transformadas. Sejam suas ações grandes ou pequenas . Além disso através do seu serviço pode ser que o Senhor lhe use como instrumento para que pessoas 'perdidas espirituamente' sejam achadas. E quanto vale uma vida para o SENHOR Jesus Cristo? Ele mesmo afirmou "Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos seus amigos..."
Deus nos criou para a famíia, para os outros. Do berço à sepultura não vimemos solo. São outras vidas e relações que dão sentido ao que somos. Na verdade nosso negócio hoje não é vivermos felizes e prazeirosamente. Nosso business hoje é agradar ao Criador. Foi para isso que Ele veio. Lembre-se: sua vida é preciosa para Ele e para muitos. Viva com a alegria de saber que sua vida vale muito!
"Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido." (Lucas 19:10)
Com carinho,
Higino Filho
domingo, 8 de novembro de 2009
As Cores da Vida
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Título: As Cores da Vida
Autora: Fadinha Ruiva
Conteúdo: Reecontro H/G pós-batalha
Sinopse: Ginny aprende que as cores da vida refletem as cores do coração.
O sol começava a se pôr, descendo preguiçoso para o horizonte, que o recebia de bom grado. As pastagens estavam verde claro, se movendo ao sabor da leve brisa. O dia estava estupidamente lindo. Ginny olhava a cena, da janela de seu quarto, e tudo o que enxergava era de cor cinza. Nada na paisagem a emocionava, sua mente estava lerda e se recusava a ordenar que seu corpo se movesse daquela cadeira. Ela nem sabia a quanto tempo estava ali.
Lutando contra a vontade de dormir para tentar acordar na manhã de Natal, encontrando um presente de Fred ao pé de sua cama e quando descesse, o abraçasse, mesmo brava com a cara verde que apresentava, e berrugas horríveis nas orelhas, ela não conseguiu evitar as lembranças. Ela daria tudo para sofrer todas as peças de Fred só para tê-lo de volta. Pensava em quantas vezes eles tinham brigado, se xingado e nas raras, quase esquecidas vezes que dissera que o amava. Ela nem se lembrava da última vez que dera um abraço em seu irmão. Na verdade, ela se lembrava. Tinha sido no dia anterior, quando ele foi baixado à sepultura. Ela se inclinou e se recostou ao corpo de Fred, sentindo a pele gelada dele em sua face, deixando uma lágrima escorrer de seus olhos para molhar os cabelos cor de ferrugem dele.
O nó em sua garganta a fez se mover e suspirar. Ela juntou as mãos no rosto e tentou controlar as lágrimas, inutilmente. Então, ela as deixou cair, livres e incontidas. Precisava disso, precisava se aliviar dessa dor. Sem saber como, ela só sentiu um corpo quente a abraçar. Reconheceu o cheiro imediatamente e se aconchegou nos braços da mãe, soluçando com força. Molly a embalou devagar, acariciando suas costas. Quando Ginny se acalmou, a mãe também tinha os olhos vermelhos e inchados.
- Vou sentir tanta falta dele... Mamãe. – Ginny soluçou.
- Eu sei querida. – a mãe disse, fungando. – Mas precisamos ir em frente, você sabe, não é? – Ginny balançou a cabeça. – Precisamos lutar e pensar nos que ficaram. Certo? Agora, eu quero que você vá lavar o rostinho e desça, tem alguém que quer conversar com você.
Ginny arregalou os olhos, entendendo imediatamente. Se levantou e foi para o banheiro.
Quando chegou ao pé da escada, parou e respirou fundo.
- Ele está no jardim. – a mãe lhe disse, suavemente, sem se virar da pia. – Voltem para lanchar.
Ginny andou devagar pela cozinha e saiu pela porta dos fundos. O céu tinha agora nuances amarelas, laranjas, azuis e vermelhas. Ela começava a ver as cores novamente. Andou pelo jardim e encontrou-o sentado num balanço, pendurado numa árvore. Ela se aproximou lentamente e sentiu-se estremecer, insegura. Mas, assim que Ginny chegou ao lado de Harry, seu coração se acalmou e ela sentiu que tudo ficaria bem, pois ele estava ali. Era como magia quando Ginny chegava perto de Harry, tudo mudava e só seu coração e os olhos verdes dele importavam.
Ele a fitou e constatou que ela estava linda, dentro daquele vestido branco. Ele a deixava com o aspecto de um anjo sereno, que podia trazer toda a paz e felicidade com que ele sonhara. Ele sentia que Ginny poderia fazer dele o homem que sempre sonhou em ser. Como sua mãe tinha feito a seu pai. Tudo o que ele não pode viver com seus pais, ele sonhou em viver com Ginny, desde o dia em que não conseguiu mais negar a si mesmo que estava apaixonado.
Ele lhe estendeu a mão e, naturalmente, ela sentou-se em sua perna. Ginny passou um braço pelo ombro de Harry e deixou a outra mão no peito dele, sentindo o coração pular sob a pele. Eles nada disseram, somente viram o céu escurecer, tomando tons azuis mais escuros a cada minuto. Quando Harry suspirou mais forte, Ginny sussurrou:
- Obrigada por estar aqui.
Ele se mexeu e a olhou nos olhos. Os dele estavam escuros com a pouca luz.
- Obrigada por me esperar, mesmo sem saber que eu viria.
- Eu esperei você a minha vida toda. Desde que me lembro de existir eu esperei você. Um ano não é nada. – ela riu com o canto da boca.
Harry acariciou os cabelos dela.
- Eu sei que você quer saber sobre tudo. O que aconteceu, onde estive, o que eu fiz...
- Não Harry, eu não quero. – e quando ele vincou a testa estranhando, ela completou. – Eu só quero saber uma coisa.
- Diga.
- Você vai ficar?
Harry a olhou por vários e longos minutos, tornando a espera quase dolorosa.
- Para sempre. – e estreitou o corpo dela ao seu, juntando seus lábios. No fundo de seus olhos, Ginny via estrelas, que como num caleidoscópio, mudavam de forma e cores, brilhando e brilhando.
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Ginny caminhava sem pressa pelo gramado muito verde e observava o céu começar a mudar de cor. Atrás das montanhas que adornavam o castelo de Hogwarts, o sol já havia se escondido, mas o céu ainda estava claro o suficiente para chamar aquilo de dia.
Ao se aproximar da lápide de mármore, ainda com os olhos no céu, ela refletiu, lembrando do dia em que viu todas as cores de sua vida. Tanto tempo havia se passado, que a dor deu lugar a uma saudade imensa. Seu coração se apertou dentro do peito, ouvindo a voz de seu irmão em seus ouvidos, como se ele estivesse ali mesmo. Fechou os olhos e ficou quietinha.
Alguns instantes depois, Harry se aproximou de sua esposa, trazendo uma pequena flor amarela. Ela percebeu sua aproximação e pegou a singela flor, a qual ela deixou sobre o nome de Fred, com um sorriso. Ele a abraçou, acariciando sua barriga estendida pela gravidez avançada. James corria cambaleante atrás das andorinhas, que tentavam comer as migalhas deixadas por Harry, e gargalhava cada vez que elas voavam num átimo.
Refletindo sobre toda essa jornada de luta, morte e reconstrução, ela chegou à conclusão de que a vida sempre encontra um jeito. Aprendeu naquele dia, que alguns vão, mas é preciso seguir em frente. Estava aprendendo neste momento, que as cores da vida refletem as cores do coração. Neste momento, neste dia, as cores da vida e do coração de Ginny eram, pela segunda vez, azul e branco.
Fim.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Camisinha feminina com farpas é arma contra o abuso sexual
O número de estupros na África do Sul é tão alto que a sul-africana Sonette Ehlers desenvolveu um mecanismo de defesa para inibir a ação dos agressores: uma camisinha feminina especial chamada Rape-aXe.
Ehlers trabalha há anos com vítimas de abuso sexual. Certo dia, ouviu de uma dessas mulheres uma frase que não lhe saiu mais da cabeça: "Eu queria ter dentes lá embaixo". Uma vagina que morde é uma ideia que sempre aterrorizou os homens. Bastou uma apresentação pública da invenção para reduzir a zero o número de estupros numa cidade.
"O diretor de polícia me disse: 'Sonette, depois da sua apresentação, passamos três meses sem registrar um estupro sequer. Os homens ficaram com medo de que você tivesse deixado algumas dessas camisinhas por aqui'", conta ela.
O medo dos homens tem fundamento. A possibilidade de cometer o estupro ainda existe, mas as consequências para o agressor são devastadoras. Na hora em que ele tentar tirar o pênis de dentro da vagina, centenas de farpas perfuram a pele.
Camisinha só pode ser retirada em cirurgia
"Rape-aXe é uma camisinha para mulheres que, depois de um estupro, se transforma numa camisinha para o homem. A camisinha é feita de látex e plástico, e as farpas são colocadas na parte interna de forma que o homem não consiga retirá-la sozinho", explica Ehlers.
"O homem deve procurar um hospital o mais rápido possível e retirá-la com um procedimento cirúrgico. A camisinha fica presa ao pênis, é tudo muito doloroso e ele não pode sequer urinar. Na clínica, o procedimento só pode ser realizado com anestesia local."
Isso não poderia ser considerado agressão física? – é a pergunta que as funcionárias da Terre des Femmes mais ouvem do público nas discussões promovidas na Alemanha. A resposta da organização de defesa dos direitos da mulher é clara: é o homem quem agride a mulher, e a camisinha com farpas oferece proteção contra essa violência.
A Terre des Femmes apoia o Projeto Rape-aXe por entender que assim as mulheres podem se proteger e, principalmente, porque elas é que decidem quando usar a camisinha, diz Serap Altinisik, que também faz parte da organização. "Consideramos muito importante que isso seja uma decisão própria. Simplesmente porque, do contrário, dirão: 'As mulheres já podem se proteger e não precisamos mais promover trabalhos de prevenção e esclarecimento'. E uma situação assim não é sustentável", comenta Altinisik.
"A camisinha é quase como uma ferramenta de autodefesa, como spray de pimenta, que se pode carregar. Por isso achamos que ela pode ser usada por mulheres de todos os lugares", diz.
Preocupação com a Copa
A ideia é que a camisinha seja oferecida no mundo todo. O preservativo já está sendo produzido na Malásia. A distribuição será coordenada a partir da Alemanha. A meta é distribuir a Rape-aXe gratuitamente para mulheres em situação social vulnerável.
A administradora de empresas Tatiana Weintraub, da Terres des Femmes, está organizando os canais de distribuição e negocia subvenções com os governos de alguns países.
A demanda é enorme, diz ela. No caso da África do Sul, principalmente em função da Copa do Mundo. "Nós recebemos diariamente cerca de cem e-mails de maridos e esposas que têm medo de viajarem para esse país por terem ouvido a respeito dos altos índices de estupro. Eles perguntam: 'essa nova camisinha já está à venda? Podemos nos proteger?' Então é prioridade absoluta que, até a Copa, a camisinha já esteja no mercado na África do Sul"."
Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4771122,00.html
Autora: Henriette Wrege (ff)
Revisão: Alexandre Schossler
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Patrick Jane!!!!!!!!!!!
A Ligya postou no blog dela os 1.000 sorrisos de Patrick Jane. O endereço está aí do lado, nos meus links favoritos - My Giant Small Word.
Aqui você encontra muitas cenas boas desse gatão, com uma musiquinha de fundo tudo a ver... hahahahaha...
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Vampiros!!!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Rancho Fundo - Ary Barroso/Lamartine Babo
Gravação do DVD Chitãozinho e Zororó Clássicos Acústico vol. I
http://www.youtube.com/watch?gl=BR&hl=pt&v=aSPxatzdvcw
Rancho Fundo - Ary Barroso/Lamartine Babo
No rancho fundo
Bem prá lá do fim do mundo
Onde a dor e a saudade
Contam coisas da cidade
No rancho fundo
De olhar triste e profundo
Um moreno canta as mágoas
Tendo os olhos rasos d'água
Pobre moreno
Que de noite no sereno
Espera a lua no terreiro
Tendo um cigarro
Por companheiro
Sem um aceno
Ele pega na viola
E a lua por esmola
Vem pro quintal
Desse moreno
No rancho fundo
Bem prá lá do fim do mundo
Nunca mais houve alegria
Nem de noite, nem de dia
Os arvoredos
Já não contam mais segredos
E a última palmeira
Já morreu na cordilheira
Os passarinhos
Ibernaram-se nos ninhos
De tão triste esta tristeza
Enche de trevas a natureza
Tudo por que
Só por causa do moreno
Que era grande, hoje é pequeno
Prá uma casa de sapê
Se Deus soubesse
Da tristeza lá serra
Mandaria lá prá cima
Todo o amor que há na terra
Porque o moreno
Vive louco de saudade
Só por causa do veneno
Das mulheres da cidade
Ele que era
O cantor da primavera
E que fez do rancho fundo
O céu melhor que tem no mundo
Se uma flor desabrocha
E o sol queima
A montanha vai gelando
Lembra o cheiro da morena...